Hybrid, new album, released by Pan y Rosas Discos

hybrid voices.
hybrid women.
constructed and nomade.
inner things, outside things
happening at the same time, not specifically related.
a dance between memory and imagination.
nomade voices.
cyberorishas.
sonic storm.

isabel nogueira: voice, sinthesizers, piano, creation, mix.
recorded in april, 2017.
in porto alegre, brazil.

mastered by andré brasil.
cover art by luciano zanatta.
cover photo by isabel nogueira.

notes:
lo mejon and la agrado – words from todo sobre mi madre by pedro almodovar
desaprender a morrer – poems by daniela delias and isabel nogueira
do you have one heart? – poem by isabel nogueira
distant voices – soundscape recorded at veneza, september 2016, with luciano zanatta
becky – poem by isabel nogueira

release date: may 23, 2017.

Tribute to Pauline Oliveros

Introduction

On September 13, 1970, a young composer named Pauline Oliveros (1932-2016) published in The New York Times an article entitled “And Don’t Call Them ‘Lady’ Composers”, Ms. Oliveros addressed an unasked yet (tellingly so) critical question: “Why have there been no ‘great’ women composers?” Her argument is guided by a questioning of critical, historiographic and technical discourse. Oliveros explained how the cult of innovation constructs figures of “greatness,” and to what extent society promotes the virilization of these discursive models.

 The legacy of Pauline Oliveros is underlined by non-normativity, her work at the Tape Music Center in San Francisco, and the consolidation of her “deep listening” composition method materialized in the Deep Listening Institute of New York. How, based on these terms, is a method of composition of experimental sounds possible? There are several texts of the author, organized by Deep Listening publications, available: “1. All Four “(1998),” 2. Breaking Boundaries “(1996),” 3. Dissolving Your Ear Plugs “(2006),” 4. Ear Rings “(1995),” 5. Earth Ears: A Sonic Ritual “(1989),” 6. The Inner / Outer Sound Matrix “(2007),” 7. The Witness “(1989),” 8. Wind Horse “(1989). Other texts, such as “Deep Listening: A Composer’s Sound Practice,” are like seeds that composers saw on their path: not will grow, path unfollowed, and perhaps spontaneously sprouting seeds and laying tracks of their own, leading to new pastures or forests, paths opened by Pauline Oliveros.

 This invitation of Pauline Oliveros was undertaken by a group of composers who set out to explore this forest path, responding the “III Encuentro sobre estudios sonoros y creación experimental” call (III Encounter on sound studies and experimental creation) of the University of Costa Rica. The result is an EP produced in collaboration with the New York Record label Irreverence Group Music under my curatorship.

 The curatorship of the album was realized studying how these composers thought about the sound experimentation, the deep listening proposed by Pauline Oliveros. Technology, crafts, space architecture, sound design, digital and analog were thought from feminism, in their proposals of electronic music, electroacoustic, ambient, soundscape and sound art, weaving a dialogue with the possibility of deep listening.

?Finally, the question, our first question, “where are the great women composers?” proves another provocation: why we need women composers in the terms of greatness built by/for the patriarchy and the western canon? Terms based on the colonizing system of listening that is “music,” as a model imposed by nineteenth-century “universalisms” and their methods of disciplining the body, time and space. Terms based on the hierarchy of the normative institutions of the national states, their discourses on great neoliberal leaders, dictators, and presidents, whose sound counterparts are the “great composers.”

 Susan Campos-Fonseca, PhD.
Composer & Writer
Tribute to Pauline Oliveros, Curator

Track listenings

 Tribute to Pauline Oliveros

 01. Out of Nowhere (Ana María Romano G)
02. En busca de un sonido azul (Andrea Cohen)
03. Klapotetz (Elisabeth Harnik)
04. Collage (Fernanda Rocío Huamán Pino)
05. Cometa de sombras (Mariela Arzadun)
06. Media (Heráclita Efesa)

07. Two Houses (Isabel Nogueira)

08. Airomem Ne (Itzel Noyz)

09. Mandala de 13 puntos (Karina F. Villaseñor)

10. Libélulas I (Ligia Liberatori)

11. Pianohedro 2 (Maia Koenig)

12. Eco de un espacio vacío (Mar Alzamora-Rivera)

13. Fragmentos de un sueño (Natalia Montoya)

14. Pio (Renata Roman)

15. Niña mirando estrellas (Susan Campos-Fonseca)

16. Bye Bye Pauline Butterfly (Tania Rubio)

https://www.irreverencegroupmusic.com/paulineoliveros

Kbeats Vol.3

https://kinobeat.bandcamp.com/album/kbeats-vol-3-m-sica-eletr-nica-meridional

Através de 12 músicas a coletânea KBeats vol. 3 – Música Eletrônica Meridional, busca mapear e fomentar parte da nova produção de música feita no Rio Grande do Sul. Com um recorte de trabalhos que se utilizam de recursos digitais e eletrônicos em seus processos de criação, a compilação não se restringe a nenhum gênero musical, estimulando e valorizando a pluralidade local.

A coletânea é um espaço para divulgação de músicas feitas em 2017, de artistas que mesmo com influências do passado, criam sons que só poderiam ter sido criados hoje, com a chancela de micro evoluções tecnológicas que surgem a todo instante. Além da promoção no tempo presente, essa seleção se propõem a ser um arquivo temporal, um registro do espírito criativo de um determinado grupo de pessoas e período.

Mesmo que o foco seja amplo, o recorte curatorial de forma intuitiva favorece em maior parte trabalhos com estruturas rítmicas associadas a música de pista, sejam elas em tempo lento ou acelerado. Mas o flerte com a música experimental e exploratória é mais do que superficial, é uma estratégia pensada de infiltração e visibilidade, em busca de ouvintes menos treinados, que entre um House, Pop ou Techno, vão esbarrar em um Bytebeat nervoso criado em linguagem C.

A maioria dos artistas são debutantes em lançamentos, reforçando o frescor e importância para a posteridade do registro. E os artistas já iniciados também compartilham da mesma vivacidade dos iniciantes. Onde estarão esses artistas e suas músicas em 2027? Assumiremos algum protagonismo e especificidade com a música eletrônica produzida no Rio Grande do Sul? Atualmente não existe uma unidade e muito menos um som que caracterize a geolocalização no paralelo 30 e cercanias, mas quem sabe teremos rastros de uma produção para ser analisado nos próximos anos que nos responda essas perguntas.

A coletânea é uma iniciativa do Festival Kino Beat de arte eletrônica e tem a curadoria de Gabriel Cevallos.

www.kinobeat.com

 

MSRCD077 – Dias/Nogueira/Zanatta- Légua

Dias/Nogueira/Zanatta- Légua
MSRCD 077
RELEASE: 17/05/2017
MANSARDA RECORDS – http://mansardarecords.wordpress.com
mansardarecords@gmail.comDiego Dias – Sopros/Winds
Isabel Nogueira – Voz, Eletrônicos/ Voice, Electronics
Luciano Zanatta – Sopros, Guitarra Semiacústica / Winds, Semi-acoustic Guitar

Capa/Cover: Michel Munhoz
Gravação/Recording: 01/04/17, Porto Alegre, Brazil, by Luciano Zanatta.
Masterização/Mastering: Luciano Zanatta

Isabel e Luciano fazem parte da Medula Coletivo de Experimentos Sonoros

Faixas/Tracks
1 – De uma vila, ao oeste
2 – Por aqui, que a estrada é de chão
3 – Do herbáceo, ao caminhar
4 – Conto por que por lá passei
5 – Sigo, que se faz andando
6 – Se chego, nasce novo partir

https://archive.org/details/MSRCD077

sobre meteoro-phoenix

“Não há nada que pare o processo, ele é dolorosamente intransigente, incapaz de contrapor, segue seu rumo e vai condenar o indivíduo a mudanças que também acarretarão mudanças em outros indivíduos, como várias pedras que atingem o lago e suas ondas vão interagindo e criando novas ondas e novas oscilações e novas ondas. ”

http://www.botequimdeideias.com.br/flogase/isabel-nogueira-meteoro-phoenix/